THE NEW FRONTIER OF CRIMINAL POWER: FACTIONS, ENVIRONMENTAL CRIMES AND THE RECONFIGURATION OF SOVEREIGNTY IN THE BRAZILIAN AMAZON
DOI:
https://doi.org/10.62009/Emeron.2764.9679.v2.2026.552.p141-166Keywords:
organized crime, environmental crimes, Amazon, state sovereignty, territorial governanceAbstract
The article analyzes the incorporation of environmental crimes by criminal organizations as a new frontier for the expansion of illegal power in the Brazilian Amazon and its impacts on state sovereignty. It starts with the research problem of understanding how the actions of criminal factions in activities such as illegal logging, clandestine mining and land grabbing reshape the dynamics of power, territorial control and governance in the Amazon region. The central hypothesis maintains that the insertion of factions in illicit environmental markets represents a structural transformation of contemporary organized crime, expanding its financing capacity, territorial control and institutional influence. The research adopts a qualitative and quantitative approach, exploratory-descriptive in nature, based on bibliographic review, documentary analysis, examination of institutional data and triangulation of sources. The spatial focus focuses on the Legal Amazon, with an emphasis on the states of Amazonas, Pará and Rondônia. The results indicate that environmental crimes no longer occupy a peripheral position to assume a strategic role in illicit economies controlled by criminal factions, generating significant financial flows, strengthening parallel governance structures and expanding the capacity to contest state authority. It was also found that the high profitability of these activities, associated with institutional fragility and low inspection capacity in remote areas, favors the consolidation of alternative forms of exercising power. It is concluded that confronting the phenomenon requires integrated strategies that articulate criminal repression, institutional strengthening, environmental protection, interagency cooperation and regional development policies, with responses exclusively focused on the repressive dimension being insufficient.
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