El paradigma restaurativo en la confrontación: el papel de la psicología y los límites de la justicia punitiva en la reintegración de ex presos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.62009/Emeron.2764.9679.v2.2025.446.p285-301

Palabras clave:

justicia restaurativa, sistema penitenciario, psicología crítica, reintegración social

Resumen

Este artículo analiza los desafíos de la justicia restaurativa como alternativa al modelo punitivo, utilizando como estudio de caso el trabajo de psicología en la Asociación Cultural y de Desarrollo para Presos y Ex Presos (ACUDA) en Rondônia. A partir de una entrevista con un psicólogo social de la institución y una base teórica basada en la Psicología Crítica e Institucional (Bleger, Guirado, Foucault y Goffman), el estudio examina el conflicto paradigmático inherente a esta transición. Argumenta que la praxis restaurativa de la ACUDA, como los grupos operativos, los círculos de discusión y las terapias integrativas, constituye una forma de reparación simbólica y resistencia ética a la "mortificación del yo" que produce el encarcelamiento. El análisis destaca, sin embargo, que esta práctica enfrenta limitaciones estructurales impuestas por el propio sistema de justicia: la rigidez procesal del Poder Judicial, la escasez de recursos y un estigma social que la institución judicial contribuye a reproducir. Se concluye que la efectividad de la Justicia Restaurativa está intrínsecamente ligada a la capacidad del sistema de justicia de operar una autoreflexión institucional, transformando su cultura y procedimientos más allá del mero castigo, a fin de posibilitar efectivamente la reconstrucción de la ciudadanía de los ex reclusos.

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Biografía del autor/a

Nilson Mello, Universidade Federal de Rondônia

Acadêmico de Psicologia da Universidade Federal de Rondônia/UNIR. Pesquisador nas áreas de Psicologia Crítica, Direitos Humanos, Justiça Social e Políticas Públicas.

Marco Antônio Domingues Teixeira

Livre Docente do Departamento de História da Universidade Federal de Rondônia/UNIR. Pós-doutor em Estudos Culturais, Pesquisador e Ativista Social.

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Publicado

2026-02-26

Cómo citar

MELLO, Nilson; ANTÔNIO DOMINGUES TEIXEIRA, Marco. El paradigma restaurativo en la confrontación: el papel de la psicología y los límites de la justicia punitiva en la reintegración de ex presos. Revista da Emeron, Porto Velho, RO, v. 35, n. 2, p. 285–301, 2026. DOI: 10.62009/Emeron.2764.9679.v2.2025.446.p285-301. Disponível em: https://periodicos.emeron.edu.br/index.php/emeron/article/view/446. Acesso em: 27 feb. 2026.

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