The (DIS)ACCESS TO JUSTICE, OBSTACLES AND ALTERNATIVES FOR EFFECTIVENESS
DOI:
https://doi.org/10.62009/Emeron.2764.9679n33/2024/265/p247-264Keywords:
Access to justice. Obstacles to access. Repressed demand. Alternative Dispute resolution. Technology.Abstract
Access to justice as a constitutional right is positioned as a fundamental right and the difficulty in its implementation, by the user, is one of the biggest obstacles faced in Brazil, constituting a serious obstacle to the realization of justice, in addition to disbelief and undeniable obstacle to access to justice. For this reason, several causes are established that hinder access, most related to monetary issues, being, therefore, poverty the main one that brings a series of accessory obstacles that lead to the creation of a repressed demand, that is, to the “lack of access”. In this sense, the objective of the work was to present the main obstacles to access and present, initially, some assumptions that will contribute to its effectiveness. For this, bibliographical and documentary research was carried out, in addition to the use of understandings derived from professional experience. The conclusion indicates that to make access to justice efficient, that is, to guarantee its implementation, especially in cases where the economic values involved are small, there must be investment in alternative techniques to conventional judicialization, avoiding heterocomposition, in favor of self-composition and the use of technology.
Downloads
Metrics
References
AZEVEDO, André Gomma de. Autocomposição e processos construtivos: uma breve análise de projetos-piloto de mediação forense e alguns de seus resultados. Estudos em arbitragem, mediação e negociação, v. 3, p. 137, 2004.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, Centro Gráfico, 1988.
BRASIL. Lei 11.900 de 2009. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11900.htm. Acesso em: fev. 2023.
BRASIL, Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995. Brasília, 1994. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9099.htm. Acesso em: fev. 2023.
BRASIL. Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015. Institui o Código de Processo Civil. Diário Oficial da União, Brasília.
BRASIL. Lei nº 11.419/2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11419.htm. Acesso em: fev. 2023.
CAPPELLETTI, M.; GARTH, B. Acesso à justiça. Porto Alegre, 1988.
CASTRO, A. S. de. INDICADORES BÁSICOS E DESEMPENHO DA JUSTIÇA ESTADUAL DE PRIMEIRO GRAU NO BRASIL. Brasília: [s.n.]. cetic.br. Disponível em: <https://www.cetic.br/sobre/>. Acesso em: fev. 2023.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Justiça em Números 2019/Conselho Nacional de Justiça - Brasília: CNJ, 2019. Anual. 236 f:il.I Poder Judiciário - estatística - Brasil. II Administração pública - estatística - Brasil. Acessado em 10/05/2024. Disponível em : https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/conteudo/arquivo/2019/08/justica_em_numeros20190919.pdf
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. 100 Maiores Litigantes. https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2011/02/100_maiores_litigantes.pdf
Acesso em: jun. 2020.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Manual de Mediação Judicial. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2015/06/f247f5ce60df2774c59d6e2dddbfec54.pdf. Acesso em: fev. 2023.
DINAMARCO, C. R.; LOPES, B. V. C. Teoria Geral do Novo Processo Civil. [s.l.] Editores Malheiros, 2018.
ECONOMIDES, Kim. Lendo as ondas do “Movimento de Acesso à Justiça”: epistemologia versus metodologia? In: Pandolfi, Dulce Chaves et al. (Orgs.) Cidadania, justiça e violência. Rio de Janeiro: FGV, 1999.
GOMES, A. O.; FREITAS, M. E. M. DE. Correlação entre demanda, quantidade de juízes e desempenho judicial em varas da Justiça Federal no Brasil. Revista Direito GV, v. 13, n. 2, p. 567–585, 2017.
HAUGHTON, J.; KHANDKER, S. R. Handbook on Poverty and Inequality. The World Bank, 2009.
JUNKES, S. L. ET AL. Litígio no brasil. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://www.amb.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Pesquisa-AMB-10.pdf>.
JURIMETRIA. Maiores Litigantes na Justiça Consumerista: mapeamentos e proposições.
MORAIS, M. M. de. "laissez faire, laissez aller, laissez passer Le Monde vá de lui même”? [s.l: s.n.].
NETO, B. H. D.; LUCON, P. H. dos S.; TEIXEIRA, S. T. Teoria Geral do Processo civil. 3a Edição ed. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2009.
SADEK, M. T. Judiciário: mudanças e reformas. Estudos Avançados, v. 18, n. 51, p. 79–101, ago. 2004.
SILVEIRA, R. G. R. A. À J. O. Direito Fundamental Em Um Ambiente De Recursos Escassos. Acesso à justiça - O direito fundamental em um ambiente de recursos escassos. 1a Edição ed. São Paulo: Almedina Brasil, 2020.
ZAGANELLI, J. a (in)Justiça Do Poder Judiciário: O Obstáculo Econômico Do Acesso À Justiça E O Direito Social À Saúde. Revista de Direito Brasileira, v. 15, n. 6, p. 185–199, 2016.
Downloads
Published
How to Cite
Conference Proceedings Volume
Section
License
Copyright (c) 2024 CRISTIANO MAZZINI

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
- A publicação se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortogramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores;
- As provas finais não serão enviadas aos autores;
- Os originais não serão devolvidos aos autores;
- Os autores mantém os direitos totais sobre seus trabalhos publicados na Revista da Emeron, ficando sua reimpressão total ou parcial, depósito ou republicação sujeita à indicação de primeira publicação na revista, por meio da licensa está licenciada sob CC BY-NC-SA 4.0;
- Deve ser consignada a fonte de publicação original;
- As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade;
- Cada autor receberá dois exemplares da revista, caso esteja disponível no formato impresso.









